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Confissões de uma mente mortal e remotas lembranças
sábado, 19 de setembro de 2009 @ 18:03
"Há anos peço o príncipe e só me mandam o cavalo." Cansei. Joguei para o alto, cruzei os braços para o mundo, entreguei na mão de Deus: Interprete como quiser. Assumo ser uma não-apaixonada-indiferente e confesso que isso não é algo bonito de se falar ou de ser. Não estou bancando a feminista rebelde pretendendo acabar com a raça masculina, e depois virar uma Darla "Meninos, blé!" de The Little Rascals me apaixonando loucamente por um Alfalfa da vida num piscar de olhos. Tenho plena conciência de que o amor é um dos sentimentos mais nobres do mundo e que é disso que o mundo precisa. Eu já vivi grandes amores, já cantei musicas idiotas pensando em alguém, escrevi frases apaixonadas no caderno, coloquei mil sobrenomes diferentes atrás do meu, corri na chuva, dividi o milkshake, viajei para longe, assisti filmes engraçados dando risada até explodir e andei de mãos dadas com pessoas que foram muito importantes. Mas tudo isso terminou. Não foram só eles, também sou eu. O encanto acabou, não consigo mais pensar que existe alguém certo para mim. Não sei direito a época que me dei conta disso, se foi depois da minha primeira e recente verdadeira desilusão amorosa ou se foi aos poucos acontecendo e agora estou na situação que me encontro. Esperei e estimei muito o príncipe encantado, e na falta dele decidi que todos não passavam de meros sapos. Porém, não posso generalizar. Eu sei que atrás da janela do meu quarto tem um tanto de caras incríveis. E sei que tem também uma quantidade enorme de caras que não prestam, os que encaram mulheres como números, machucam corações por diversão e que só pensam em sexo e afins. Mas o problema agora é mesmo comigo, que assumo vergonhosamente que desaprendi a gostar de alguém. E no meio disso, errei muito, quebrei a cara e estilhacei o coração. O mundo atual me fez ver as coisas como são e fazer de mim uma pessoa reservada, enfim. Se isso um dia vai mudar eu não sei, pois pode ser que haja alguém por aí que disperte esse sentimento que dorme dentro de mim. Mas por enquanto, prefiro me resguardar à esperar o Edward Cullen dentro do Volvo prateado me esperando na porta da minha casa. Marcadores: blorkutando., príncipes
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0 comente aqui Pneumoultramicroscópicamente.
@ 17:05
Não, não é o Otorrino e nem o Paralelepípedo. Sinto em informar: Nessa batalha eles perderam em tamanho para Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose, que atualmente é a maior palavra da lingua portuguesa. Pode começar a preparar a cabeça para decorar e usá-la na forca, confesso que é imbatível! Porém, é a maior mas não a melhor. Já parou para pensar o tanto de palavra bonita que dá sopa por aí? E quanta sopa! Com dois "ós" e um único "vê" a gente ja faz uma fritura que é uma delícia e mata a fome. Se juntar com um "pê" logo de frente, já era um ovo... Ou em outra ocasião, juntando as consoantes e vogais a + m + o + r, dá pra sentir o melhor sentimento do mundo ou ir direto para a capital da Itália. E a gente vai assim, tirando letrinha e colocando letrinha. Para chamar a vizinha, para argumentar em uma discussão, para ler bons livros ou cantar músicas bonitas. Elas estão por todos os lados, te chamando, anunciando, pedindo, cantando, imortalizando, e enfim, expressando. No idioma que for, escritas com letras pomposas ou garranchos ilegíveis: Elas significam e tem que ser levadas a ferro e fogo, pois a mais simples que for, tem uma grande importância. Elas podem ferir, elas podem transformar o feio no belo, podem te convencer, podem até faltar nas horas mais precisas, portanto são muito poderosas. Não as ignore, mesmo quando da boca pra fora, elas são a verdade (ou a mentira) traduzida em letras. Crie seu próprio vocabulário, use os já existentes, fale quantas vezes quiser, cure a dor de alguém com as palavras certas, disperte a fúria de outros com as palavras erradas ou grite uma bem alto para o mundo inteiro ouvir: Use e abuse da palavra que sai da sua mente. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Diariamente
quarta-feira, 16 de setembro de 2009 @ 09:31
Para calar a boca: rícino Pra lavar a roupa: omo Para viagem longa: jato Para difíceis contas: calculadora Para o pneu na lona: jacaré Para a pantalona: nesga Para pular a onda: litoral Para lápis ter ponta: apontador Para o Pará e o Amazonas: látex Para parar na Pamplona: Assis Para trazer à tona: homem-rã Para a melhor azeitona: Ibéria Para o presente da noiva: marzipã Para Adidas, o Conga: nacional Para o outono, a folha: exclusão Para embaixo da sombra: guarda-sol Para todas as coisas: dicionário Para que fiquem prontas: paciência Para dormir a fronha: madrigal Para brincar na gangorra: dois Para fazer uma touca: bobs Para beber uma coca: drops Para ferver uma sopa: graus Para a luz lá na roça: duzentos e vinte volts Para vigias em ronda: café Para limpar a lousa: apagador Para o beijo da moça: paladar Para uma voz muito rouca: hortelã Para a cor roxa: ataúde Para a galocha: Verlon Para ser "mother": melancia Para abrir a rosa: temporada Para aumentar a vitrola: sábado Para a cama de mola: hóspede Para trancar bem a porta: cadeado Para que serve a calota: Volkswagen Para quem não acorda: balde Para a letra torta: pauta Para parecer mais nova: Avon Para os dias de prova: amnésia Para estourar pipoca: barulho Para quem se afoga: isopor Para levar na escola: condução Para os dias de folga: namorado Para o automóvel que capota: guincho Para fechar uma aposta: paraninfo Para quem se comporta: brinde Para a mulher que aborta: repouso Para saber a resposta: vide-o-verso Para escolher a compota: Jundiaí Para a menina que engorda: hipofagin Para a comida das orcas: krill Para o telefone que toca Para a água lá na poça Para a mesa que vai ser posta Para você, o que você gosta: Diariamente. (Marisa Monte) Postando só pra justificar a falta de posts, e a ausência do texto dessa semana do Postit e do Blorkutando. O negócio é que eu ando muito sem criatividade e em tempo de provas, semana que vem eu ainda vou estar, mas ainda vejo uma luz no fim do túnel flws bj. Marcadores: pessoal - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - O triste preço de ser diferente
segunda-feira, 7 de setembro de 2009 @ 14:51
![]() Uma pessoa pode ser mil pessoas. Uma pessoa pode ser negra ou branca. Pode ser hetero ou homossexual. Pode ser brasileira ou asiática. Pode ser ter HIV ou pode não ter. Pode ser comediante ou pode ser sem graça. Pode ser gordinha ou pode ser magrinha. Pode ser católica ou pode ser budista. Pode ser emo ou pode ser rapper. Pode ser rica ou pode ser pobre. Pode ser gremista ou pode ser palmeirense. Pode ser careca ou ter longos cachos ruivos. Pode ser eu e pode ser você. Estamos em pleno século vinte e um e mesmo assim, ainda vemos casos de pessoas que fazem juízo errado de outras, e por isso as descriminam. Cada um tem o direito de pensar o que quiser, o mundo é livre. Mas há limites, inclusive quando o pensamento é sobre o próximo. Um dos mais absurdos é o Racismo, o preconceito racial o qual todo mundo já está cansado de saber o que é, e sabe que é totalmente ridículo pois ninguém é superior ou inferior à ninguém. Entretanto, é triste pensar que ele ainda acontece, em vários países, e em grande proporção. Somos todos iguais, embora a casca do pão seja diferente o miolo é exatamente o mesmo. Os seres humanos tardam a perceber isso, pois as vezes até o mais metódico e moralista, acaba julgando alguém que é diferente de sí. Então faça a sua parte, não despreze o livro pela capa. Ele realmente pode ser o melhor e mais incrível dos livros que você irá encontrar em toda a sua vida. "Em quanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos havera guerra." Marcadores: postit, preconceito - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - O meu, o seu, o nosso país
@ 08:38
![]() Ouviram lá do Ipiranga, dizer que meu país era ruim Mas que aqui existia um povo, heróico e inquietante. O sol brilha sempre de ponta à ponta no céu, E isso deixa tudo mais brilhante. No meu país, tem também muita desigualdade, Ainda bem que todo mundo lá é forte. Tem também, ah! A liberdade, E seu povo, vai, levanta e busca a sorte. Brasil, um sonho intenso, um povo querido Mistura de etnias, é o que mais lhe enrubesce. Não é uma potência, desenvolvido Mas um dia eu sei que esse jardim floresce. Há matas, lagos, mares, natureza Rio São Francisco, a Amazônia, muita beleza Com nada previsível, é mesmo só surpresa. Grande terra adorada. Entre outras mil, é ela: o Brasil A patria amada. Marcadores: brasil, patriotismo, postit - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Segredos soltos na estação de metrô
sábado, 5 de setembro de 2009 @ 13:30
![]() - Você esconde um segredo. - Ele afirmou, abordando-a. - Como? - Ela estava ouvindo isso mesmo que pensou ouvir? Que afirmação mais idiota, e que coisa mais inesperada era essa? - Posso ver. - Respondeu ele com toda a confiança do mundo. Pausa. Ela se vira e o encara, respirando fundo. - Ver o que? - Que você esconde um segredo, eu sei que esconde. - Disse ele mais uma vez, incrédulo. - E quem te contou? - Ninguém me contou, eu percebi. Pausa. Eles não se conheciam. Ele devia ser realmente muito bom de percepção, intuição, sexto sentido ou búzios em terreiro de pai-de-santo, pensou ela. - Como se percebe quando alguém está escondendo um segredo? Eu não entendo, acho que você está delirando. - Nunca me senti tão são em toda minha vida. - Ok, posso ir embora agora? Ela tinha mais coisas à fazer, e essa tentativa de conversa louca não importava. Ele não percebeu, mas estava bloqueando a passagem. - Não. Apenas me conte. Sim, ele percebeu que estava bloqueando a passagem, foi de propósito que o fez. - Eu não preciso contar meus segredos pra ninguém. Posso ter o privilégio de guardá-los pra mim mesma? Com licença. - Ironizou ela, tentando mais uma vez avançar em direção à porta. - Não tenha medo de mim, eu só quero saber que segredo você guarda. - Só isso. Imagina se ela iria sair contando seus segredos pra qualquer pessoa assim? Não, ela não contaria, ainda mais reservada do jeito que era. - Você é o que? Um psicanalista andando no metrô procurando alguém que julgue louco para fazer uma análise? Ou é um escritor desocupado que está escrevendo um livro decifrando as pessoas? Ah não, você é um paparazzi que me confundiu com alguma famosa e quer descobrir em última mão os seus segredos? Desculpe mas não vou poder te ajudar. Meu nome não é Anne Hathaway, nem Jennifer Garner e muito menos Amanda Peet. - Não sou nada disso, calma. - Tranquilizou ele, depois do turbulento desabafo de hipóteses. - Então porque você está pedindo para eu te contar meus segredos? - Eu... Não sei. - Como assim não sabe? - Ela pensou um pouco e concluiu - Ok, você é louco. - Não sou louco, eu só não sei. Não sou paparazzi, psicanalista muito menos o paciente de um, mesmo nem todos sendo loucos. Eu nem sou daqui, digo, desse país entende? Eu só estava te vendo esperando o metrô e pela sua expressão pensei que você tivesse algum segredo que precisasse contar. Pausa mais uma vez. Ela olha para os sapatos dele. Não tem idéia alguma do que fazer, mas ainda falta algum tempo para a pessoa que estava esperando chegar no metrô que ela esperava. Que mal faria, então? Eles não se conheciam mesmo, e provavelmente nunca mais iriam se ver. - Eu tenho muitos segredos. - Ela responde, parando para olhar uma criança e sua mãe comprando um pacote de balas na loja de doces que se encontrava à esquerda. - Acredito que todas as pessoas têm. - Eu já cometi erros horríveis e nunca contei pra ninguém, também... - Isso é normal. Mas acho que também são segredos, esses. Mais uma pausa. Ele se lembra de algo e diz: - O segredo mais difícil de ser guardado por um homem é a opinião que tem de si mesmo. - De quem é essa frase? - Marcel Pagnol. Um dramaturgo e cineasta francês. - Você vem de lá? - Sim. E estou voltando para lá semana que vem. - Respondeu ele, e logo retomou o pensamento da frase - O que você pensa sinceramente sobre sí mesma? - Penso... Eu poderia dizer as minhas qualidades e meus defeitos, mas tem muito mais. Tem coisas da gente que a gente não conta pra gente nenhuma. - Olha, essa frase foi dígna de Marcel Pagnol. - Ele riu, e ela também. - Você acertou hoje quando disse que eu tinha segredos que preciso contar. Vivi a minha vida toda com eles, hoje em dia estão à flor da pele. - Segredos não são assombrações. Não precisa tratá-los assim. - É, mas são as coisas ruins que eu fiz. - Se você contar pra alguém, elas viram de segredos à más recordações. - Mas e se você contar pra alguém? - Realmente. O culpado da revelação de um segredo é sempre quem o confiou. - Frase francesa denovo? - Ela perguntou. - Jean de La Bruyère, um moralista. Mas eu não contaria para ninguém, eu nem te conheço. E não podem ser coisas tão ruins assim, só são segredos. Eu mesmo escondo muitos nesse exato momento. - Você acredita mesmo que não seja tão ruim assim? - Acredito. Quando a coisa é pior, ela certamente é descoberta e deixa de ser segredo. - Tem razão. Você tem muitos segredos? - Ela perguntou, curiosa. - Tenho. Durmo com uma meia reserva do meu lado, se a meia escapar do pé eu pego a reserva para não passar frio. Sempre afirmo que estou certo, mas não tenho certeza que estou. Já aprovei muitas coisas que não deveriam ser aprovadas. Enfim... - Era pra eu contar os meus e você que está contando os seus... Os seus são interessantes. - De certo que não muito, são pequenos. Daqueles que a gente não conta por vergonha, ou por não julgar necessário que o outro saiba. Os seus que devem ser. - São um pacote cheio de informações minhas ocultas do mundo. - Posso perceber. - Minha vida parece ser interessante, ao ver de quem vê de fora. Tenho uma boa profissão e o sucesso em tudo que faço. Mas não é, eu sou infinitamente infeliz. É um segredo, esse. Ele colocou as mãos nos bolsos, refletindo. Ela olhou para o relógio e logo avistou o que aguardava, e quase se esquecera. - Alí. A pessoa que eu esperava chegou, tenho que ir. Desculpe não ter havido tempo para te contar todos os meus segredos, mas mesmo essa conversa sobre eles já me aliviou muito. - Imagino que sim. Então... Acho que tchau. - É, tchau. Ela se virou e deu o primeiro passo, mas ele falou uma ultima coisa que a fez parar instantâneamente: - Ah, só mais um ultimo segredo. Caso se interesse, embaixo do vaso da lanchonete do terceiro lance há uma passagem para a França, caso queira saber desse. Ainda de costas, ela riu. E seguiu seu caminho de muitos outros segredos futuros. Baby come tell me your secrets, and tell me all your dreams Marcadores: blorkutando., segredos - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Para realidades opostas, o mesmo fim.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009 @ 16:32
Ele nunca fez nenhum trabalho de escola. Quando a professora lhe perguntava, com toda a sinceridade do mundo respondia que não fez pois não fez. Conheceu dois novos amigos, e começou a usar drogas. Não obedecia mais sua mãe, ganhava sempre tudo do melhor e fazia o que julgava certo para sí mesmo. As ruas aos poucos se tornaram suas melhores amigas. Um dia lhe faltou dinheiro no bolso, para pagar uma dívida assaltou o posto da esquina. Só uma vez, não faria mal, faria? Então o dinheiro se ausentou por mais outras vezes, começou a domar a mira e viu que tinha "jeito" para a coisa. Mostrou para os pais como podia ser cruel e a influência que tinha entre sua matilha, por assim dizer. A mamãe envergonhada dizia que era só uma fase. E às vezes que fora para a cadeia, o papai pagou e tudo ficou certo. Matou mais de vinte pessoas injustamente, e foi dormiu todos os dias da sua vida em uma casa com duas piscinas e televisão de lcd em todos os cômodos, até o dia que outra arma disparou, vindo em sua direção. ![]() Ele também nunca fez nenhum trabalho de escola. Aliás, ele quase não ia para a escola, se frequentou até à quinta série (e dormindo em boa parte das aulas) foi muito. O pai chegava bêbado em casa e brigava com a mãe todos os dias. Os irmãos já não moravam mais em casa, e fora estes não tinha mais parentes. A mãe começou a viver de lamúrias, o pai depois de quebrar os poucos bens que tinham quando estava alcolizado, foi embora e nunca mais voltou. Para fugir disso, começou a sair sozinho por aí e pichar as paredes do bairro. Formou uma gangue, onde conheceu muitas coisas diferentes e faziam de tudo. Se meteu em várias encrencas, dormiu vendo o sol nascer quadrado durante meses, por vários períodos. Engravidou uma garota do bairro, nunca viu o filho. Foi para outra cidade onde tudo parecia mais confortável, matou o chefe de outra gangue em uma briga de rua. Não tinha mais jeito, não havia salvação. Com os dias contados, sua arma atirou pela primeira vez em sua própria direção. ![]() Não são somente influências, de péssimas amizades ou uma família sem estrutura. Não foi pelos trabalhos de escola que não foram entregados, que o mundo do crime atingiu diferentes jovens de diferentes classes sociais. A culpa não é minha, a culpa não é sua. A culpa da condição à que foram entregados. É de um conjunto de ações falhas, do governo e da educação dentro de casa que não bastou. Mas acima disso, a culpa maior é do caráter dos mesmos. São escolhas que fazem o nosso caminho, sempre há alguma outra alternativa. Por mais que a pessoa passe por dificuldades, ninguém nesse mundo é tão alienado que não saiba que não existe só o desenho dos ursinhos carinhosos passando na tevê. Existem outros, é só mudar de canal. Se é que me entende. Marcadores: blorkutando., delinquência juvenil - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - |
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