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nuvem 2.0
sexta-feira, 31 de julho de 2009 @ 22:04
Oi. To muito viciada em Gossip Girl (denovo) por isso eu coloquei esse template da Leighton. Eu sei, não ficou aquela coisa que se diga "Oh que feminino" mas depois eu mudo denovo, ok? Lindo: Beijos. Marcadores: blablabla, musica, pessoal
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0 comente aqui Para algum arco-íris.
quinta-feira, 30 de julho de 2009 @ 09:15
Eu sei que ele não vai ler, e eu nem quero que leia. Só quero deixar aqui meu desapontamento, e é claro, mais um desabafo. Fazia um julgamento tão ruim de uma pessoa que tinha terminado um relacionamento e ficado com alguns caras. Falava horrores, como se fosse o próprio diabo personificado. Nunca concordei, mas admito que me calava ao invés de contestar. E agora? O que ele mesmo fez, é o que? No mínimo pior. Era meu arco-íris, isso a gente já tinha combinado. Nunca foi nada sério, e disso eu tinha plena conciência, obrigada. Por isso eu acho que nunca disse que eu amava, esperei ser recíproco, mas esse momento não chegou. Tudo indicava a isso, mas eu nunca me iludi, eu só aproveitava uma companhia muito boa e programava coisas do futuro junto com ela. Mesmo assim, era tudo muito perfeito para ser verdade. Cada beijo, cada abraço, cada risada, cada duas horas no telefone, cada coisa maluca de criança no jardim... Evaporou. No fim que o arco-íris não passava de uma nuvem feia, cinzenta, que se juntou com outra nuvem feia e fizeram chover. Não digo que me molhei pouco, porque os raios podem ter causado algum barulho bastante forte por aqui. Mas passou, não é? Hoje meu céu acordou muito mais claro. Marcadores: blablabla, pessoal - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - "No seu Livro"
domingo, 26 de julho de 2009 @ 16:20
A Menina que Roubava Livros Chego as ultimas folhas, e percebo que o fim está em branco. Mas, peraí! Eu ja lí esse livro, e ja sei o seu final! Porque agora ele não está aqui? É quando escuto um barulho de chuva lá fora. Me levanto e posso perceber a presença de alguém atrás de mim. Com certeza não estou mais na minha casa. Me viro lentamente, e encontro uma garota revisando um livro, o seu livro. Não sabia como aquilo pôde acontecer, mas olhando as paredes manchadas de palavras, e percebendo que estávamos em um porão, eu sabia o nome dela, e sabia o fim da história. - Liesel? - Sim, era ela mesmo. - Você tem que sair daqui. Ela tentou relutar, enfim, quem era eu? O que eu estava fazendo alí? Eu também não sabia, mas eu estava alí, e era tudo muito real. Então tentei alertá-la. - A Rua Himmel vai ser bombardeada, só você vai sobreviver justamente por estar aqui no sótão. Se você correr e avisar os outros, de repente isso mude e... Mais pessoas se salvem. Levou alguns minutos para convencê-la. Saimos dalí, e acordamos Hans e Rosa Hubermann, pedi para Liesel correr e avisar também Frau Holtzapfel, Frau Diller, Tommy Muller e Rudy, ah, o Rudy. Foi difícil, mas levamos todos para o porão. No exato momento que fechei a porta, o barulho começou. O show horripilante de Hitler, estava montado alí mesmo, naquela rua que tinha o nome de céu. Confesso que fiquei amedrontada, o bairro acima de mim estava sendo devastado por bombas e mísseis. Mas eu fiz o que pude, não fiz? Não me virei, e continuei a olhar para a porta. Atrás de mim se encontravam personagens tão queridos, aquecidos em um único abraço, que eu sabia que sem a minha intervenção, este não seria possível. Aliviada, fechei meus olhos em busca da realidade. E foi muito contente que fechei o livro com a certeza que o primeiro beijo de Liesel e Rudy foi sem gosto de arrependimento tardio, que um Hans embriagado tocou muito acordeão, e que Rosa exclamou inúmeras vezes a Saumensch que Liesel era, até o fim de seus dias de cabelinho branco e bengala na mão. Marcadores: blorkutando. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Across the universe.
sábado, 25 de julho de 2009 @ 22:26
Words are flowing out like endless rain into a paper cup, Nothings gonna change my world. Quando eu deito a minha cabeça no travesseiro é que eu começo a pensar em mil coisas diferentes. O problema é sempre o mesmo: O negócio é que eu não consigo entender muito bem as pessoas. (Não que elas estejam aí para serem entendidas). Mas é do mesmo jeito que eu sei que tem pessoas que não me entendem. Pra falar a verdade, eu não sei me definir, e nem vou ficar perdendo tempo definindo, porque assim como muitos eu sou muito questionável. Assim como o padeiro da esquina eu posso ser tosca, legal, idiota, detestável, e mais um montão de adjetivos diferentes. Eu nem sei porque eu to escrevendo isso aqui, as pessoas com quem eu errei não vão ler e entender, as pessoas que eu amo não vão ler e adorar, e as pessoas que eu não gosto não vão ler e passar a gostar de mim. Para começar que eu sei que eu fiz muita besteira, algumas que eu me arrependo e outras que não são tão besteiras assim. Vai tudo do momento, e quando o momento passa é que a gente percebe. Se eu pudesse agora, eu pediria eternas desculpas pra duas pessoas. Uma que eu provavelmente falei coisas tentando ser um personagem que eu não sou, e eu sei que eu atrapalhei mas a intenção não era essa. E outra que eu fui egocêntrica demais e por isso a pessoa quer ficar o mais longe possivel de mim. Mas pelo contrário do que a gente aprende no pré, desculpa não é uma palavrinha mágica. Tudo o que a gente faz tá feito, irrevogável, e não dá nem pra pedir compreensão. Passou, passou e eu não me condeno por isso. Isso não importa tanto, o remorso é uma rua sem saída. Mas se eu fosse colocar em um papelzinho tudo o que eu to sentindo agora eu mandaria o papel pra bem longe de mim, de tanta coisa misturada. Eu não sei mais se o que eu faço é certo ou errado, eu só o faço. Não me condene: É o maior clichê de todos que as pessoas só querem ser felizes, mas é a maior verdade do mundo e eu também quero. Eu queria agora fechar meus olhos e abrir me vendo em uma floresta no outono, com um sofá bem confortável no meio dela, tomando milkshake e falando besteiras com alguém que só olhasse para os meus olhos. Também queria muito não estar escrevendo esse texto ridículo de desabafo. Quando a gente põe os pés no chão é que percebemos o quanto andar dói. No fim que eu só uma menina muito idiota querendo se divertir e não atrapalhar tanto os outros, mesmo quando o barulho que a gente faz acaba indo muito longe. E hoje eu vou deitar a minha cabeça no travesseiro mais uma vez e pensar "Mundo estranho esse que a gente vive, né?" então por favor, não me leve a sério. Let it be. Marcadores: blablabla, drama, pessoal - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Be free.
sexta-feira, 24 de julho de 2009 @ 19:23
Porque ser solteira é muito bom :D Marcadores: blablabla - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - No navio do tempo.
quarta-feira, 22 de julho de 2009 @ 19:52
Abro meus olhos. Estou sentada em uma mesa muito bem decorada, com velas e muitos talheres. Olho ao redor, há muita gente dançando e acima há um lindo lustre de vidro. Parece ser um baile. Estão todos muito bem arrumados, embora os vestidos e trajes pareçam ser de uma época muito remota, tipo os anos... Cinquenta? Chego perto do pianista que toca alguma sinfonia que não sei o nome, em cima do piano há um espelho. Ao olhar meu reflexo me vejo com um vestido verde esmeralda com laços e um colar de pérolas. No meu cabelo há um penteado realmente exagerado, com longos cachos que caem na altura do meu ombro. Vou para as escadas: Aonde é que eu estou? Procuro meu celular, mas no meu bolso só há pancake e batom. Me aproximo de um rapaz que está apoiado na pilastra e sussurro: "Você pode me emprestar seu celular?" e me olhando com cara de você-é-maluca ele me responde com um tom de voz mais baixo ainda, olhando para baixo: "O que é isso??". Meu Deus será que estou endoidando? Corro mais ainda, e uma mulher corpulenta me puxa e diz "Você não pode correr por aí assim. Se comporte, filha, estamos em um jantar de gala". Jantar de gala? Nunca fui convidada para um, e essa mulher não é minha mãe! Desanimada, começo a analizar o local. Vejo velhos quadros na parede, é tudo muito antigo. Do meu lado passa um grupo de garotas cantando "Cantando na chuva" aos berros. Fico escutando a conversa, quando uma delas fala para a outra "Eu sou mais parecida com a Marilyn, você nem loira é!". Elas estão falando de Marilyn Monroe? Acho que preciso me sentar. Saio logo do salão, e... Percebo então que estou em um navio. E não é um daqueles mais modernos cruzeiros que dão a volta no Atlântico, parece mais que me esqueceram no Titanic! Então vou para a proa, desolada, sem entender porque estou aqui. Será que eu entrei em uma máquina do tempo? Ou morri e o céu é assim, um velho navio dos anos cinquenta? Estou perdida. Então chega um rapaz alto de cabelos escuros e me diz "Raquel, te procurei por toda a parte." Minha cabeça está a mil. Quem é ele? Meu nome não é Raquel! Ele chega mais perto, e me diz mais algumas palavras "Me desculpe pelo equívoco na locomotiva. Não queria ter feito aquilo". Locomotiva, mas que locomotiva? Se até fosse metrô, tudo bem, eu fazia um esforço. Mas jamais entrei em uma locomotiva! Então ele chega perto esperando um beijo. Mas eu nem o conheço, então quando ele avança esperando ser correspondido, dou-lhe um tapa estalado no meio do rosto e grito a plenos pulmões "Seu idiota!". É quando sou surpreendida por luzes fortes, um grito alto e muitas pessoas que agora sim parecem ser do século XXI, ao meu lado. "VOCÊ É PIRADA? POR QUE VOCÊ FEZ ISSO LARA LEWISTEN?" Grita um homem de cabelos brancos sentado em uma cadeira que diz "Diretor". Vejo a televisão mais próxima que diz "O bombardeio ao Navio KCM-8", e os assistentes de produção e câmeras dão risada da minha cara, enquanto o cara o qual dei o tapa me olha com o olhar fulminante por ter estragado a cena. Oops, agora tudo parece fazer sentido. Pelo jeito meu nome é Lara Jane Lewisten e estou gravando um filme de época em um navio. Mais um sonho de popstar. Marcadores: blorkutando. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - O Salto - Antônio Prata
quarta-feira, 15 de julho de 2009 @ 22:17
Eu sempre achei esse texto o mais lindo de todos, então vou colocar ele aqui. O SALTO (crônica para a revista Capricho) A gente não tem como saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato -- pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente -- você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas. Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire (para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz. Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não? Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto. Marcadores: amor, blablabla, vida - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Algumacoisa.
sexta-feira, 10 de julho de 2009 @ 09:59
Música: Ainda sem nome. By Au & Dan P. Vough. Ah vai, eu nunca tinha feito uma musica antes, não ficou tão ruim assim :D Então, eu to sem vontade de postar, talvez mais tarde? - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Texto Antigo 3.
sexta-feira, 3 de julho de 2009 @ 23:13
A menina Polissêmica Pobre Bill Gates. Não sabia que quando inventara o windows, uma rede dentro dele, esta chamada de internet, ia ser tão... Questionável. Com essa peça de comunicação em mãos, podemos ser vizinhos de porteira do mundo, como já dizia Lima Duarte em uma propaganda de televisão. Podemos expandir nosso conhecimento, conhecer novas bandas e aumentar nossa rede de amizades. Mas, e aquela garota antipática, sem nenhum atrativo e nem sorriso, que não aceita fazer novas amizades? O que ela faz com esse instrumento de comunicação em mãos? Aquela garota cinzenta, na vida virtual, muda de cor. Não só por seu cabelo verde garrafa, azul petróleo, tanto faz. Ela põe roupas legais, um óculos da moda, sai na rua da casa da sua avó e pede para o seu primo de terceiro grau tirar uma foto. Ele tira, e logo a foto, no photoshop é editada. Depois, ela posta sua foto na rede, e logo ela é a mais falada e idolatrada. Não tem talento algum, mas parece bonita e cool. E o que importa se da sua boca só sai lorota? Falar que é amigo dela, tirar fotos e montar fã-clubes. É disso que o povo gosta. Tanto faz, a fama sem méritos sinceros um dia se esgota. A mais verdadeira das verdades, é aquela que o espelho mesmo sem magia mostra, que a linda Branca de Neve não sabia nem morder maçã. Texto para o Blorkutando da CH-B sobre "Pop's da internet" Marcadores: blablabla - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Texto Antigo 2.
@ 23:12
Como já dizia Caetano Velozo: O Funk é o novo Samba O Funk começou lá nos Estados Unidos, com influência daquele antigo Jazz. Era um ritmo suave, solto. Depois de um tempo, conhecemos o Funk carioca, o Funk que dominou o Brasil. Já era outro tipo de Funk, convenhamos. Um que está longe de ser clean, acho eu. Foi chegando de mansinho, com o bonde do tigrão e as tigrezas, ou gatinhas, tanto faz. Um negocio beeem diferente daquele Funk americano. Mais energia, mais dançante, com letras ousadas, talvez... Caiu geral na boca do povo! Os bailes Funk começaram a surgir, o rebolado ficou mais esperto, e as saias começaram a diminuir. Ficou até indescente, e hoje seus fãs são inúmeros. Até a mocinha da padaria, veja só! Adora o créu. Não se importa nada, da letra ser obscena, porque, dando para chegar até o chão, já está muito bom! Ela rebola devagar, depois desce não estando nem aí de ser chamada de Piriguete. Mas, quem sou eu para julgar? "Dako" pode até ser bom para eles, mas aqui em casa agente prefere uma Brastemp. Texto feito por eu mesma para o antigo Blorkutando da CH-B Marcadores: blablabla - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Texto Antigo.
@ 23:08
A porta que dá para um dia lindo de terror. Minha tia tinha um passarinho chamado Caco. Caco ficava em uma gaiola. Gaiola, aquele utensílho para domesticar pássaros, prende-los e te-los como bixos de estimação. Feita de madeira maciça, ferro ou bronze. Alguns até ultilizam ouro. Com um espaço limitado entre grades perfeitamente iguais, o pobre do bixinho ficava lá, olhando, piando, bebendo água, comendo alpiste, dormindo, e fazendo suas necessidades, sem poder sair. Morria de dó do coitado. Mas minha tia dizia, que se soltasse Caco, ele logo morreria, pois não teria como se alimentar (falta de experiência) e outro bixo maior o pegaria. Então, muito tempo depois, em um lindo dia de sol, minha tia finalmente soltou Caco, seilá porque. Ele saiu, ficou feliz da vida, e foi aproveitar a mesma. Depois, com a falta de experiência na natureza, ele deve ter acabado morrendo mesmo. Mas me sinto feliz em pensar que Caco aproveitou seus ultimos momentos, podendo voar livremente por aí e ver todo esse Brasil tão lindo. Caco morrera, e nesse meio tempo, o Brasil tão lindo que Caco havia tido o privilégio de conhecer, se tornou um Brasil continuamente tão lindo, mas tão perigoso, e tão violênto, que topei com uma nova realidade. O bixo engaiolado, coitado. Agora este era eu. Texto feito por eu mesma, para o antigo Blorkutando da CH-B sobre "Reféns do Medo" Marcadores: blablabla - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - |
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