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profissão
segunda-feira, 31 de agosto de 2009 @ 15:42
No apartamento das luvas brancas ou assistindo televisão, exercendo a profissão. Foi antes de me pergutarem o clichê do que eu queria ser quando crescer, porque eu já tinha escolhido que acima de tudo iria ser gente grande, que por influencia da Barbie Dentista aos cinco anos eu descobri que era isso o que eu queria da vida. Aí me explicaram que eu iria usar luva, roupas brancas e mil ferramentas diferentes, e ainda iria GANHAR por isso! Imagine, fazer o que gosta todos os dias e ainda sair ganhando dinheiro? Era maravilhosa a idéia. Mas eu cresci e logo vi que não, a minha praia realmente não era tirar carie da boca das pessoas. Então, depois da família muito encentivar a minha tendência artística (sempre fui boa de drama na hora de fazer manha) e após conhecer o Raul Gil em uma bela manhã de sol (literalmente bela manhã, uma vez que a fazenda que estávamos tinha esse nome) decidi que eu iria ser artista. Iria fazer filmes, ficar famosa, brilhar nos palcos e na tela da televisão. Comecei a compor músicas e fazer shows particulares de pura dramaturgia na sala de estar. Pena que o dia de ir ao programa chegou, e a vergonha falou mais alto. Bye bye estrelato, esse não era o meu sonho sincero, já que a timidez falava mais alto. Após um tempo comecei a fazer jornalzinhos pra escola e, era isso! Meu futuro era nada mais do que ser jornalista. Já me via em um apartamento cor-de-rosa, onde eu moraria com um shitzu, usaria óculos com aro vermelho e escreveria artigos incríveis para uma revista renomada, abastecida de cappuccino. Só que o tempo passou, e meus olhos se encheram com belas propagandas e artes gráficas de amigos. Não seria necessário dizer que agora decidi que eu quero ser publicitária. Substituí o apartamento cor-de-rosa por uma casa bem grande com vista para a praia, e o shitzu por um marido que me ame. Mudaram os focos, mas o empenho de dentista, jornalista, artista, cantora ou publicitária é o mesmo. Afinal, profissão boa é aquela que é bem feita, seja qual for. ![]() (PS: Isso nada tem a ver com sua profissão, e sim com um cachorro alucinado). obs: Fiquei em primeiro no Post it da semana passada!
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0 comente aqui Uma carta nostálgica
quarta-feira, 26 de agosto de 2009 @ 16:37
Saudade, Tenho você desde os dias de milkshake na praça. Tenho você desde o tempo que pulava o muro da casa da minha avó para roubar fruta na árvore do vizinho. Tenho você desde que gravamos aquele vídeo trash do filme de terror da época, que eu enrolava papel na cara e saia correndo atrás deles. Tenho você desde o dia que descemos à praia furtivamente quando já tinha passado o toque de recolher, e tiramos foto do majestoso castelo de areia que fizemos. Tenho você desde o dia que fomos no Mc Donalds à meia-noite de pijama e a máquina de sorvete quebrou, e eu não pude entrar pois estava com o cachorro na coleira. Tenho você desde o dia que pegamos o filhote de carangueijo na praia e tentamos (inutilmente) adotá-lo como animal de estimação. Tenho você desde o dia que fomos perseguidos e nos escondemos dentro de uma banheira de mostruário. Tenho você desde quando andamos até achar um supermercado, e ao chegar derrubamos a pirâmide de cervejas na porta. Tenho você desde os verões no clube, os invernos no frio da lareira ou as primaveras andando de bicicleta por aí. À cada momento bom, você sempre esteve comigo, me fazendo lembrar de outro melhor ainda. Reclamam muito de você, acho que você já deve saber. Dizem que dói, que saudade é uma coisa ruim. Mas até que não é, sabia? Ajuda a não esquecer e a mostrar o quanto o momento foi bom, pois os ruins podem até marcar mas a gente dá um jeito de apagar rápido da cabeça. Sinto falta de tudo isso, sinto falta de muita gente, sinto falta de coisas que aconteceram e que jamais voltarão. Mas não existe borracha para a lembrança boa e mesmo que existisse eu passaria a escrever minha história à caneta. Justamente para a recordação nunca ir embora daqui. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - It's too late
sexta-feira, 14 de agosto de 2009 @ 23:39
It's too late to apologize, it's too late Entre vítimas de verdade e sapatinhos de cristal. Não gosto nem um pouco de quem se faz de vítima. Mas as vezes em alguns casos a vítima é realmente uma vítima em seu significado completo. Aquela que sofre por causa de algo, de alguém, ou alguéns. É horrível se tornar uma, mas para quem não "segue ofício do mal" também pode ser horrivel fazer uma. Por experiência própria, o sentimento de fazê-la é ruim, muito ruim. Aperta, dá agonía e bastante tristeza. Em um segundo podemos nos ver em uma história idiota de Cinderela que dessa vez não somos a princesa boazinha procurando seu happy ending, e sim a Madrasta Malvada. Ou até em uma outra versão de Cinderela! Que ao invés de se casar com o príncipe ela foge dando risada, deixando para trás um pobre príncipe aos prantos. "Oh, que Cinderela má!" todos dirão, espantados com a revira-volta. Mas e se ela foi mais feliz assim? Pode apostar, que por mais feliz que a Cinderela estivesse, essa Cinderela não é uma pessoa ruim. E quantas noites de sono ela perdeu de remorso de ter deixado seu príncipe? Disso ninguém sabe, porque é claro que o Príncipe também perdeu várias noites de sono ao pensar na malvada da Cinderela. Arrisco mais: Talvez a Cinderela, por ter feito algo tão fora do comúm de seu habitual, não consiga mais ser feliz, mesmo tendo fugido para tal. Mas disso também ninguém sabe, e também não importa. O sapatinho de cristal esquecido no reino, já seria quebrado em mil pedacinhos. Mas como é malvada essa Cinderela... PS: Cinderela em versão macabra by jeftoon01.deviantart.com Eu juro que não matei ninguém, tá? Marcadores: decisões, filosofias de quintal - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Quem sou eu.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009 @ 11:31
Quantos lados ela tem? Para uma criança brincando na praça, um pássaro voando no céu, um pedestre passando na rua, eu não sou nada. Eles não tem conciência da minha existência, não sabem o que me deixa irritada, da minha facilidade de quebrar celulares, do meu amor pelos livros, da minha coleção de revistas, e muito menos do meu gosto musical. Não sabem que eu sou aquela que deixa sempre o pão com manteiga cair no chão, que odeia brigar com quem gosta, que dá risada de piadas que não tem graça, que gosta de pintar a cara com tinta guache por pura idiotice, que faz careta na frente do espelho, que adora dançar, e que não gosta de raspar a panela de brigadeiro. Que sou como um dado: Embora tenha os lados delimitados, vai na sorte, eu nunca sei como eu vou acordar amanhã. Mas tudo isso importa, mesmo? Esqueça os dados, e passe para as latas de ervilha (sem rótulos, por favor!). A criança é uma, o pássaro é outra, o pedestre é outra e eu sou uma também. Dentro de cada uma, há uma diferença. Cada uma tem o seu gostinho, e o meu é assim. Do tipo eu. Embora no fim seja tudo um monte de ervilha mesmo. Marcadores: postit - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Mais um fim de semana.
sábado, 8 de agosto de 2009 @ 16:02
Oi :) Fiquei em primeiro lugar do Blorkutando dessa semana! Bom né? E amanhã é dia dos pais. Não vou postar um mega texto falando de como meu pai é chato quando eu pego as coisas dele, como ele me irrita colocando Led Zeppelin pra tocar em disco o tempo todo e mesmo assim os motivos dele ser o melhor pai do mundo pra mim. Então é isso. Aproveitem o pai de vocês amanhã, e na ausência dele, a mãe ou alguém tão querido quanto. ![]() Xoxo Marcadores: pessoal - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Eterna Competição
segunda-feira, 3 de agosto de 2009 @ 10:12
E foi dada a largada. Ao existir. Quem nasce, certamente é porque acabou de sair de uma corrida. Os bebês crescem e começam a ter influência da sociedade. Então no maternal, começam outros tipos de corrida: Quem tem a lancheira mais bonita, quem canta mais alto a musica do lanchinho, quem faz a casinha mais bonita de massinha. No pré, quem sabe mais sobre Backardigans, quem tem a caneca mais bonita da Disney, quem consegue fazer os numeros de 1 a 10 sem errar o traço. Na primeira série, quem sabe mais sobre Dragon Ball, quem tem a Bayblade mais invensível, quem tem a barbie mais bonita. Aos dez anos, quem tem o melhor penteado de cabelo, quem é a que os meninos todos adoram, quem tem o estojo mais cheio. Aos treze, quem tira a maior nota, quem faz mais pontos na educação fisica, quem a mãe deixa ficar mais tempo fora de casa, quem dá melhores festas na piscina. Aos quinze, que namorado que deu o melhor presente, quem consegue virar o copo sem pestanejar, quem tem fotos mais bonitas no orkut. E tudo isso se repete, aos vinte, quem cursa a melhor faculdade, quem teve promoção no emprego. Aos cinquenta, quem tem a família mais estruturada, quem tem o melhor relacionamento. Aos setenta, quem ainda faz maravilhas na cozinha, quem tem menos problemas de saúde para se gabar, quem os filhos visitam mais... Brigas psícológicas, lutas intermináveis. Os seres humanos, por mais benévolos e pacifístas que sejam, sempre são protagonistas delas. A não ser que você esteja lutando Boxe ou Jiu Jistsu nesse exato momento, todos nós somos um pouquinho de vencedores e perdedores. A gente perde daqui, mas ganha de lá, é assim até com o cara mais azarado da face da terra. Competir é normal, estabelece parâmetros entre você e outro alguém, pela vaga do vestibular ou o cargo no emprego. E a concorrência sempre vai existir, para bater de frente com você e te fazer melhorar para ultrapassá-la. Pois é esse o seu sentido. Um exemplo é que sem ela não teriamos os carros que temos hoje, ja imaginou? Andariamos todos de Fusca, pois os fabricantes não iriam ter se empenhado em ultrapassar o modelo sempre buscando um melhor, e depois um melhor, e depois um melhor... Portanto, não sendo uma disputa desonesta e desleal, que vença o melhor. Marcadores: blorkutando. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - |
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